Making AI Work Where It Actually Matters
A inteligência artificial deixou de ser experimental. Ela é amplamente acessível, cada vez mais poderosa e amplamente discutida. Ainda assim, em muitas organizações, seu impacto real continua surpreendentemente limitado. Iniciativas de IA frequentemente param em proof-of-concepts, pilotos isolados ou demos impressionantes que nunca se traduzem em valor operacional sustentável.
O desafio não é mais saber se a IA funciona.
O desafio é como fazê-la funcionar no mundo real.
Bridging the gap between technology and operations
Em ambientes empresariais reais, a IA só cria valor quando resolve problemas concretos: gargalos operacionais, sobrecarga manual, atrasos na execução, fragmentação de dados ou erro humano.
Isso exige uma mudança fundamental de perspectiva.
A IA não deve ser abordada como uma camada tecnológica adicional, mas como um componente operacional, integrado diretamente aos workflows e sistemas existentes.
As organizações que têm sucesso nessa transição compartilham três características principais:
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um foco rigoroso em use cases de alto impacto e claramente definidos
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integração fluida aos workflows do dia a dia
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uma abordagem de implantação iterativa, orientada a resultados
Sem essas bases, até mesmo os modelos de IA mais avançados permanecem desconectados da realidade do negócio.
The limits of “assistant-style” AI
Muitos projetos de IA falham porque se baseiam em uma visão limitada do que a IA deve fazer. Assistentes conversacionais que respondem perguntas ou resumem informações podem ser úteis, mas em ambientes operacionais complexos, insight sem execução tem valor limitado.
Em domínios como finanças, trading e operações, a IA precisa ser capaz de:
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compreender a intenção de negócio, e não apenas a linguagem
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estruturar e validar informações recebidas
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acionar ações nos sistemas internos
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acompanhar processos do início ao fim
É nesse ponto que a IA deixa de ser uma ferramenta de apoio e passa a se tornar um ativo operacional.
The rise of intelligent virtual agents
O Real-World AI é cada vez mais impulsionado por um novo paradigma: agentes virtuais inteligentes. Diferentemente dos assistentes tradicionais, esses agentes são projetados para agir, e não apenas interagir. Eles orquestram workflows, executam tarefas de forma autônoma e operam com segurança em ambientes corporativos.
Na Terranoha, essa visão se materializa com Emmie, nosso agente virtual inteligente desenvolvido para operações financeiras. Emmie captura instruções a partir de canais de comunicação naturais — como plataformas de mensagens, e-mails ou ferramentas colaborativas — interpreta a intenção de negócio subjacente e executa ações diretamente nos sistemas corporativos.
Processamento de RFQs, captura de operações, workflows post-trade, etapas de validação. Esses processos são gerenciados de ponta a ponta, sem alterar os hábitos dos usuários.
A inteligência se adapta ao workflow, e não o contrário.
From incremental gains to structural impact
A implementação de um agente virtual inteligente não se resume a ganhos marginais de produtividade. Ela representa uma mudança estrutural na forma como as operações são executadas.
Organizações que adotam essa abordagem normalmente alcançam:
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reduções significativas no tempo de processamento
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menor risco operacional e menos erros humanos
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melhor rastreabilidade e auditabilidade
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a capacidade de escalar volumes sem aumento proporcional de equipes
Mais importante ainda, a IA deixa de ser percebida como experimental. Ela se torna um ator operacional confiável dentro da arquitetura corporativa.
When AI works best, it stays invisible
Um dos paradoxos do Real-World AI é que seu sucesso é medido pela pouca fricção que ele gera. Os sistemas de IA mais eficazes não exigem mudança de comportamento, treinamentos extensos ou atenção constante dos usuários.
Eles operam silenciosamente em segundo plano, integrados aos workflows, entregando valor exatamente onde a execução acontece.
Essa abordagem pragmática, orientada a resultados, é o que diferencia implantações de IA sustentáveis de ciclos de inovação de curta duração.
Building AI for the real world
O futuro da IA corporativa não será definido apenas pela complexidade dos modelos, mas pela capacidade de operar de forma confiável em ambientes restritos, interconectados e de alto risco.
Real-World AI não é uma tendência.
É uma disciplina operacional.
Na Terranoha, desenvolvemos agentes virtuais inteligentes que não apenas compreendem o mundo real, mas atuam ativamente nele, todos os dias, no centro de workflows financeiros críticos.


